A vida é feita de sorrisos, não há dúvida!
Acabei de receber o telefonema de uma professora de Massamá, de nome Felismina. Tínhamo-nos conhecido há vários anos, brincámos com o nome... Porquê?
Ora... porque tenho um conto com uma personagem que adoro - chama-se Felismina. Está no livro de contos "O Degrau de Cima", o único livro de contos que consegui publicar (!, é tão difícil em Portugal!) e que saiu em 1997.
Gostei de ouvir a voz desta Felismina de carne e osso, uma voz doce e feliz. Tocou-me...
E como calculo que haja mais Felisminas por aí (o grupo no FB tem hoje 108!), queria deixar a todas um grande beijinho
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quinta-feira, 31 de março de 2011
Margarida Fonseca Santos: Revista Pais e Filhos
Margarida Fonseca Santos: Revista Pais e Filhos: "É verdade - terei a partir deste número, em colaboração com a ilustradora Francisca Torres, uma rubrica na revista Pais e Filhos histór..."
domingo, 20 de março de 2011
Dia Mundial da Poesia
http://margaridafonsecasantos.blogspot.com/2011/03/dia-mundial-da-poesia.html
Um bocadinho da escrita da Esperança, neste dia especial...
Um bocadinho da escrita da Esperança, neste dia especial...
sexta-feira, 4 de março de 2011
De Nome, Esperança - um comentário
Recebi esta mensagem de uma amiga bibliotecária que leu De Nome, Esperança
De “Uma Pedra sobre o rio” para “De nome, Esperança”, é como passar do esboço do desenho (que já tem quase tudo, incluindo a harmonia) para o desenho final com o “encorpado” das sombras e a profundidade. Desculpa a comparação mas é a que me surge para dizer o que sinto.
A narrativa (final) da Esperança é de uma beleza tremenda.
Obrigada pelo destino do bibliotecário.
Obrigada pelo candeeiro e pela gota de água.
Obrigada pelo cão.
Obrigada pela arquitectura da narrativa.
Adorei a arquitectura.
Os labirintos e os pátios que foram desenhados para dar ritmo ao leitor.
Obrigada pela beleza de tantas frases que assinalei a lápis fino para as copiar antes do livro avançar para outro leitor.
Por este prazer de ler e por poder replicar dentro de mim as histórias, acredita na gratidão desta humilde leitora tua.Entretanto, o teu livro está a passar de mão em mão, mas por mãos escolhidas. Só depois o lanço ao vento. Agora estou na fase de: será que o/a “fulano/a”vão sentir algo semelhante?
De “Uma Pedra sobre o rio” para “De nome, Esperança”, é como passar do esboço do desenho (que já tem quase tudo, incluindo a harmonia) para o desenho final com o “encorpado” das sombras e a profundidade. Desculpa a comparação mas é a que me surge para dizer o que sinto.
A narrativa (final) da Esperança é de uma beleza tremenda.
Obrigada pelo destino do bibliotecário.
Obrigada pelo candeeiro e pela gota de água.
Obrigada pelo cão.
Obrigada pela arquitectura da narrativa.
Adorei a arquitectura.
Os labirintos e os pátios que foram desenhados para dar ritmo ao leitor.
Obrigada pela beleza de tantas frases que assinalei a lápis fino para as copiar antes do livro avançar para outro leitor.
Por este prazer de ler e por poder replicar dentro de mim as histórias, acredita na gratidão desta humilde leitora tua.Entretanto, o teu livro está a passar de mão em mão, mas por mãos escolhidas. Só depois o lanço ao vento. Agora estou na fase de: será que o/a “fulano/a”vão sentir algo semelhante?
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Histórias para Contar Consigo: dia 23 de Fevereiro, Esposende

Histórias para Contar Consigo: dia 23 de Fevereiro, Esposende: "As histórias vão estar na EB23 de Esposende. Vejam aqui. Dia 23, às 21h"
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Histórias para Contar Consigo: Viver através dos contos em Barroselas

Histórias para Contar Consigo: Viver através dos contos em Barroselas: "Vamos viver através dos contos na EB23/S de Barroselas. Espreitem aqui. Dia 24 de Fevereiro, às 20h30"
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ler+ Ler Melhor
Uma entrevista no dia do lançamento para o programa Ler+ Ler Melhor.
Um reportagem curtinha mas excepcional!
Sigam este link...
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
De Nome, Esperança no Top Barata
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Margarida Fonseca Santos: Lançamento "De Nome, Esperança"
Margarida Fonseca Santos: Lançamento "De Nome, Esperança": "As imagens do lançamento! Foi um dia inesquecível..."
domingo, 6 de fevereiro de 2011
De Nome, Esperança
in De Nome, EsperançaEm cima da mesa está tudo o que preciso: os cadernos; o último conto; e a minha vontade de contar.
Confundo-me com a história que começo.
– Não andes nem mais um metro! – gritou, e eu estaquei.
A situação não podia ser mais estranha, embora também me parecesse previsível, como se há muito tempo a esperasse.
– Senta-te! – ordenou, desta vez num tom mais calmo, menos assustado.
– Sou eu, não percebes?
Não percebias que nada mudara, isso era claro. Mantinhas o braço esticado, o que primeiro me impedira de me aproximar e que agora apontava para a cadeira triste de madeira, onde tantos outros antes de mim se haviam certamente aquietado, não tanto por desejo nem medo, mais por saber que nada iria mudar o que ali se passava.
Sentei-me, que mais poderia ter feito?
Eu, escrevi. Que mais poderia ter feito?
Confundo-me com a história que começo.
– Não andes nem mais um metro! – gritou, e eu estaquei.
A situação não podia ser mais estranha, embora também me parecesse previsível, como se há muito tempo a esperasse.
– Senta-te! – ordenou, desta vez num tom mais calmo, menos assustado.
– Sou eu, não percebes?
Não percebias que nada mudara, isso era claro. Mantinhas o braço esticado, o que primeiro me impedira de me aproximar e que agora apontava para a cadeira triste de madeira, onde tantos outros antes de mim se haviam certamente aquietado, não tanto por desejo nem medo, mais por saber que nada iria mudar o que ali se passava.
Sentei-me, que mais poderia ter feito?
Eu, escrevi. Que mais poderia ter feito?
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Mais um excerto: De Nome, Esperança
in De Nome Esperança
Fiquei a ouvir o coração à espera de um tu
que era a imagem de ti que eu queria que fosses.
Esperei pelo sossego para esconder o frio
que só tu podias aquecer e que demoravas a acender.
Vi-te chegar diferente com brilho no lugar da distância,
com calor no lugar do tempo,
comigo enlaçada por dentro.
Entraste nas minhas memórias
transformando o que era meu em teu,
o que era verdade em diferente.
Encheste os meus dias sem pedir nada
até pedires um fim
um fim que eu sempre adivinhei que fosse.
Fiquei a ouvir o coração à espera de um tu
que era a imagem de ti que eu queria que fosses.
Esperei pelo sossego para esconder o frio
que só tu podias aquecer e que demoravas a acender.
Vi-te chegar diferente com brilho no lugar da distância,
com calor no lugar do tempo,
comigo enlaçada por dentro.
Entraste nas minhas memórias
transformando o que era meu em teu,
o que era verdade em diferente.
Encheste os meus dias sem pedir nada
até pedires um fim
um fim que eu sempre adivinhei que fosse.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Margarida Fonseca Santos: Um convite, um dia especial!
De Nome, Esperança, o novo romanceDia 3 de Fevereiro, na Barata da Av de Roma, às 18h30.
A apresentação será feita por Daniel Sampaio, o que me deixa muito feliz.
Apareçam!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Margarida Fonseca Santos: Canal Q
Margarida Fonseca Santos: Canal Q: "Uma entrevista que resultou em dois pequenos excertos: http://videos.sapo.pt/lWbRbyK0K0ftYdYG9vQr
+ este
http://videos.sapo.pt/8WjzPodEQ5rinsgmgfU4
+ este
http://videos.sapo.pt/8WjzPodEQ5rinsgmgfU4
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Margarida Fonseca Santos: Janeiro de 2011 - De nome, Esperança
Margarida Fonseca Santos: Janeiro de 2011 - De nome, Esperança: "sinopse Várias vozes, várias histórias, uma única ponte de ligação – Esperança. Esperança é uma mulher reservada, perdida entre o que escre..."
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Uma pedra sobre o rio

Este romance tem agora uma nova edição.
Ganhou o Prémio Revelação em Ficção APE/IPLB 96
Uma Pedra Sobre o Rio
É, para mim, um livro que me diz muito, mesmo se, ao escrevê-lo, não me tenha apercebido de quanto.
Publicado por Oficina do Livro
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Mais poste, menos poste

Este conto foi inicialmente publicado numa colectânea da Revista Cais.
Agora, existe em livro (dentro da colecção que tem todos os contos de todos os autores)
Mais Poste, Menos Poste
Padrões Culturais Editora
As ilustrações e capa são de Hugo Henriques e Miguel Cravo (alunos do ArCo)
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O nº 11
Vencedor do Prémio Manuel Teixeira Gomes, Novela.

Um prédio, várias casas, muitas histórias. Um dia... estas histórias chocam umas na outras.
O que acontece? Muita coisa!!!
Edições Colibri

Um prédio, várias casas, muitas histórias. Um dia... estas histórias chocam umas na outras.
O nº 11
O que acontece? Muita coisa!!!
Edições Colibri
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Começar de novo

Este foi o primeiro romance editado pela Oficina do Livro
Começar de Novo
Três histórias cruzadas, numa evolução em que acompanhamos três perspectivas diferentes de ver o mundo, as relações e a hipótese de recomeçar...
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Escrito a lápis
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O degrau de cima
Aqui está o único livro de contos que consegui publicar...
O Degrau de Cima
São contos do quotidiano, de pessoas iguais a todos nós,
pessoas que sobem um degrau de cada vez...
Inclui o conto O Degrau de Cima, vencedor do Prémio de Conto Manuel da Fonseca, 96
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